quinta-feira, 12 de novembro de 2015

10 frases de Bel Pesce sobre erros

     No dia 03/11, estive presente no INATEL na cidade de Santa Rita do Sapucaí, mais conhecida como o Vale da Eletrônica. Para a abertura da Semana do Empreendedor, apresentou-se Bel Pesce com sua palestra "Aprendendo com os Erros". Bel é engenheira e administradora formada pelo Massachusetts Institute of Technology, nos EUA. Trabalhou muitos anos no Vale do Silício, Califórnia (EUA) e atualmente é empresária, palestrante e escritora. Bel foi considerada uma das “100 pessoas mais influentes dos Brasil”, pela Revista Época, eleita um dos “30 jovens mais promissores do Brasil”, pela Revista Forbes, e entrou na seleta lista dos “10 líderes brasileiros mais admirados pelos jovens” pela Cia de Talentos. Veja suas entrevistas CLICANDO AQUI.


     Eu já acompanho o trabalho de Bel a um tempo e, portanto, não poderia perder a oportunidade de assistir à uma palestra dela. O que mais me chamou a atenção no evento é a simplicidade com que ela passa os conceitos. Veja frases dela que vou levar deste evento:
  • "Sucesso nunca vem de uma linha reta e, sim, de um emaranhado de altos e baixos. Tudo que deu certo veio com um monte de erros antes."
  • "Resiliência, resiliência e resiliência." (palavra repetida por Bel diversas vezes)
  • "No Vale do Silício o erro é considerado ferramenta e as empresas preferem contratar quem já tentou e errou bastante, pois alguém que ainda nem tentou não tem noção do que pode ou não pode dar certo."
  • "[A empresa] deve criar um ambiente onde o erro é aprendizado e não coisa de perdedor."
  • "Veja, não estou falando de erro de preguiçoso ou de safado. É errar tentando acertar."
  • "Fazer o que ama não é fazer o que é legal o dia todo. É fazer algo que você ama tanto que aguenta os perrengues por ele o dia inteiro."
  • "Um erro que eu cometi e ainda cometo é achar que todos são eu."
  • "Qual o preço que você vai pagar se você não der o seu melhor?" 
  • "Uma coisa é você dar o seu melhor e não conseguir. O triste é você nem tentar."
  • "Não tive medo de errar." (Resposta de Bel à pergunta sobre como ela conseguiu vencer o status-quo das coisas e obter resultados rápidos em sua vida). 
     No evento, ela contou a história de vários empreendedores que erraram antes de construir algo de sucesso. Por exemplo, Mark Zuckerberg que teve 4 empresas que não deram certo antes de criar o Facebook e Thomas Edison que teve mais de 2.000 tentativas frustradas antes de acertar na criação da primeira lâmpada! Bel perguntou: "Já imaginou se Thomas tivesse desistido na tentativa 1.536?" 
     Foi uma palestra muito proveitosa para a comunidade e um evento muito bem organizado pelo Inatel.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Terceirizar faz sentido - 5 motivos para isso

     Se você pesquisar, quando houve a revolução industrial nos séculos XVIII e XIX a grande maioria das empresas produzia tudo que precisava para entregar o produto ao consumidor. Por exemplo, se determinada empresa produzia produtos enlatados, a empresa fabricava a latinha, o rótulo, contratava um contador, etc, ou seja, a companhia fazia o possível para ter o controle de tudo nas suas mãos. Com o passar do tempo, isso foi mudando. Surgiram escritórios de contabilidade, publicidade e indústrias que trabalham unicamente produzindo insumos para outras indústrias.



     Minha opinião sobre isso já é expressa no título deste post: terceirizar faz sentido. Eu mesmo trabalho em uma empresa que só vende para outras empresas. Aliás, o mercado B2B (empresas que vendem para outras empresas, VEJA MAIS SOBRE OS TIPOS DE NEGOCIAÇÕES EXISTENTES) desde 1980 vem em franco crescimento. Por exemplo, o e-commerce no mercado B2B tem uma projeção para 2020 de dobrar o crescimento em relação aos sites que vendem para o consumidor final (B2C), segundo certa fonte de pesquisa (CLIQUE E VEJA).
     Bem, mas você talvez tenha uma empresa e goste de se sentir no controle de tudo, das operações e tudo mais. Veja 5 bons motivos para começar a pensar diferente. :
  1. A TERCEIRIZAÇÃO LHE PERMITE PENSAR MAIS NO SEU CLIENTE E NO SEU NEGÓCIO - Quando você terceiriza as funções, se preocupa somente com o que é essencial em seu negócio. Por exemplo, se você fabrica ração de cachorro poderá se preocupar somente em comprar máquinas novas para a fabricação, contratar especialistas neste negócio e investir para conhecer seu cliente e consumidor (diferença entre Consumidor X Cliente).
  2. TERCEIRIZAR LHE PERMITE SER EXCELENTE EM TUDO - Continuando o exemplo da fábrica de rações acima, ela terceirizando alguns de seus departamentos poderá ser excelente neles. Por exemplo, ela terceirizará a publicidade para uma agência especializada. Esta agência tem toda uma estrutura montada para pensar somente nisto, profissionais especializados que estão atuando em um ambiente próprio para fomentar criatividade, etc. Ela será assertiva em pensar em uma imagem legal para a embalagem do produto, por exemplo. Daí, você contratará uma empresa que fará a embalagem. Esta empresa tem máquinas de última geração e é especialista nisso, fazendo sua embalagem sair com um nível de qualidade muito alto. Ou seja, a empresa que você contratar também estará focada somente no negócio dela, o que aumentará o nível de excelência. 
  3. TERCEIRIZAR É MAIS BARATO - Talvez você pense: mas eu não posso montar um nível de estrutura igualmente excelente mas dentro da minha empresa? Sim, sem dúvidas. Mas pense no custo disso. Você terá de contratar os melhores profissionais contadores, publicitários. Comprar maquinário novo para embalagens, rótulos e o que mais sua empresa precisar. O mercado não permite amadorismo, você precisa ter tudo muito bem feito. Por isso, terceirizando você terá economia e um produto de muita qualidade. 
  4. TERCEIRIZAR LHE PERMITE SIMPLIFICAR A GESTÃO - O administrador da empresa se preocupará somente com o seu nicho de mercado, não tanto com as funções que envolvem a empresa. Não haverá tantos departamentos para se administrar, o que diminui o risco de corrupção interna e otimiza o tempo. 
  5. TERCEIRIZANDO VOCÊ TEM FLEXIBILIDADE - Não está satisfeito com certa função secundária? Basta mudar de fornecedor. Nada de demissões ou vendas de maquinário. Quer expandir seu negócio? Os seus fornecedores poderão lhe dar suporte, não é necessário mais contratações ou preocupação com a compra de novas tecnologias para os serviços de apoio. Alguns pensam que estarão perdendo o controle da empresa ao terceirizar alguma função secundária, mas, ao contrário, estarão ganhando pois poderão definir as estratégias da organização com mais liberdade. 
     É claro que é necessário tomar alguns cuidados ao terceirizar. Não basta sair contratando empresas para fazer serviços para você. É necessário pensar: essa empresa me atenderá com excelência? Essa empresa oferece o melhor custo-benefício? Se meu objetivo é crescer, esta empresa continuará me atendendo quando isso acontecer? O que outras empresas atendidas por esse fornecedor dizem? Parcimônia nunca é demais ;)


Exemplificando: a TOTVS gastou 2 milhões de horas em pesquisa e inovação para lançar o TOTVS Protheus V12. Será que se certa empresa precisasse de um sistema de gestão e contratasse um analista para desenvolvê-lo, ele conseguiria gastar tanto tempo assim?
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Tipos de exportação

     Segundo dados de 2012 do SEBRAE, 59,4% das empresas que exportam no país são micro ou pequenas empresas. Em 2013 as MPEs brasileiras exportaram nada mais, nada menos que 591 milhões de dólares. Falando sobre a exportação como alternativa para vencer a crise, José Manuel de Souza, coordenador do curso de Comércio Internacional da Universidade Anhembi Morumbi, disse: "As PMEs conseguem atingir mercados de nichos que muitas grandes não conseguem. Essa é uma oportunidade que pode e deve ser explorada".



     A exportação é o modo mais prático de se internacionalizar. Vejamos agora alguns tipos de exportação para você decidir o melhor para sua empresa:

EXPORTAÇÃO DIRETA
     Neste caso, o exportador é também o fabricante da mercadoria. Ele é o responsável pela realização da fase produtiva, pela comercialização internacional e pela logística das exportações, além de todas as atividades do marketing internacional - pesquisa de mercados e seleção de compradores, negociação das condições da transação e firmação de contratos. Escolhendo este modelo de exportação, a empresa obtém preços e margens maiores (por não envolver um intermediário), controle e ampla aprendizagem sobre o mercado e benefícios fiscais, se houverem.
     Como fazer: A empresa precisa se organizar internamente. Se as exportações forem frequentes, criar um departamento ou contratar alguém que ficará responsável apenas por isso. Se a exportação for esporádica, ter um encarregado que providenciará as formalidades e monitore os serviços terceirizados, que realizarão a entrega, por exemplo.

EXPORTAÇÃO INDIRETA
     Neste modelo, a produção é realizada pelo produtor ou fabricante, mas a comercialização e a logística são coordenadas pelo intermediário. A empresa comercial exportadora, tranding company ou agente de compra adquirem os produtos e depois os revendem por sua conta e risco nos mercados externos. As vantagens são que a empresa produtora pode focar seus esforços apenas na produção, enquanto um terceiro ficará responsável pela intermediação. Além disso, como o intermediário já tem os contatos e as 'manhas', as vendas ocorrerão em maiores volumes e sem complicações. Em alguns países é permitido que os incentivos fiscais/financeiros sejam transferidos aos produtores.
    Como fazer: Procurar por um intermediário que, de preferência, já tenha experiência no seu setor. Quanto mais conhecido o intermediário for, mais mercadoria sua ele irá comprar, porém, irá exigir preços baixos. Portanto, é preciso procurar um intermediário com o melhor custo-benefício para sua empresa. Pode-se procurar mais de um intermediário, mas a maioria deles exige exclusividade.

EXPORTAÇÃO ASSOCIATIVA
Uma palavra pode definir a
exportação associativa: parceria!
     Neste tipo, a produção é realizada normalmente pelo fabricante (podendo se usar vários) e a comercialização e a logística são de responsabilidade de um consórcio ou uma cooperativa de distribuição, do qual o produtor faz parte. De fato, a produção é controlada e coordenada pelo consórcio ou cooperativa que o produtor é associado, que interfere também no design, P&D do produto, etc (por isso pode se usar vários fabricantes para um mesmo produto, pois a cooperativa pode decidir que o fabricante X faça esta parte do processo e a Y termine). Neste modelo o produtor, apesar de não ser o responsável pela exportação, também participa do processo de comercialização e logística, porque é associado à cooperativa. Este conceito de exportação apresenta vantagens bem peculiares, como, por exemplo, o feedback claro do que deve ser feito no produto para ter maior aceitação no mercado internacional, incentivos oficiais e parcerias construtivas. 
     Como fazer: Procurar por uma cooperativa ou consórcio de distribuição e adequar sua empresa para participar dele. Caso receba um convite, analise a reputação e se o ingresso nesta associação será benéfico para atingir a missão da empresa. (CLIQUE AQUI e veja o post sobre missão, visão e valores).

Você sabia? 
Existem 2 tipo de consórcios. O consórcio horizontal reúne produtores que fabricam os mesmos produtos; já o consórcio vertical produz mercadorias diferentes que, geralmente, complementam-se.

     Espero que este post tenha sido de ajuda para sua empresa decidir em qual método sua empresa irá exportar ou, talvez, para que tenha uma noção maior de quais tipos de exportações estão disponíveis no mercado.

Grande abraço

FONTES DE REFERÊNCIA

  • Marketing internacional (2013) - Ana Flávia Pigozzo (Editora Intersaberes)
  • Revista Exame
  • Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Uma conversa sobre ser uma empresa sustentável

     "Acredito que quando você tem uma posição de liderança, seja ela qual for, numa empresa, numa instituição ou até mesmo no governo, você passa a desempenhar um papel grande na sociedade. As pessoas olham muito para o que você está fazendo, e para o modo como você está fazendo; elas querem entender os seus valores, e acho importante poder passar para as pessoas que fazer as coisas certas, da forma certa, dá certo."
Rodrigo Kede


     Apesar da frase acima, proferida pelo presidente da maior empresa da América Latina de softwares e tecnologia, se aplicar à vida pessoal, podemos trazer ela também para o mundo corporativo. Vez por outra nos decepcionamos com empresas que admirávamos por causa de comportamentos que envolvem má fé. Um exemplo foi a Volkswagen esta semana.
     Ainda sobcare a fabricante de automóveis que instalou um software para distorcer os resultados dos veículos em testes de emissão de poluentes, li uma críti interessante feita pelo blogueiro Sakamoto com o título: "A fraude não prejudica todo mundo. Apenas quem respira". No artigo ele mostra como as empresas podem ser falsas em sua publicidade, com truques simples. Bom para lermos e abrirmos os olhos.
     Na faculdade, temos uma matéria somente sobre ética empresarial e também, separado, sobre responsabilidade ambiental e social. Tratam-se de assuntos ligados, claro, mas distintos. Já escrevi um post sobre ética empresarial, mas hoje falarei resumidamente sobre o que é ser uma empresa social e ecologicamente responsável. Veja a imagem abaixo:

TRIPÉ DA SUSTENTABILIDADE

     Uma empresa para ser sustentável deve ser social, ambiental e economicamente correta. Não existe forma de dizermos uma empresa é sustentável se ela falhar em um destes pontos. Confira o que significa cada um:

SOCIAL - Se refere à proteger os direitos humanos, a comunidade e o bem-estar do trabalhador.
AMBIENTAL - Proteção do meio-ambiente, da biodiversidade
ECONÔMICO - Ser competitiva, moderna e gerar lucro aos acionistas e envolvidos.

     Viu? Imagine uma empresa que protege seus trabalhadores, é um dos melhores lugares para se trabalhar. Além disso, segue todas as normas para o meio-ambiente, indo até além do que é esperado. Mas não gera lucro, não consegue se modernizar. Bem, esta é uma empresa fadada ao fracasso. Ou então uma empresa lucrativa, ambientalmente responsável mas que utiliza mão de obra escrava. Enfim, deu para observar que todos os pontos devem ser ligados para termos uma empresa realmente sustentável. 
     A grande vantagem de ser sustentável é que você está colaborando para a construção de uma sociedade, ambiente e empresa saudável. Sua empresa poderá ser franca na publicidade e citada com orgulho pelos seus colaboradores e clientes. Isso se reverterá naturalmente em lucro, um lucro ganho de maneira correta. Afinal, é importante chegar no lugar correto, da maneira correta. Obrigado a leitura!

EXEMPLOS DE EMPRESAS SUSTENTÁVEIS
     A Natura é uma empresa brasileira de cosméticos fundada em 1969. Atualmente está presente em 9 países. Foi pioneira em introduzir refis no setor de cosméticos brasileiro, possui programas para emissão de carbono, é transparente na divulgação de seus impactos ambientais e possui uma fábrica com conceitos arquitetônicos que priorizam a sustentabilidade. Foi eleita, em 2012, a 2ª empresa mais sustentável do mundo pela Corporate Knights. É uma empresa reconhecida internacionalmente como inovadora e boa de se trabalhar.


     A FIAT é uma multinacional norte-americana fabricante de veículos automotivos. Coleciona prêmios em relação à sua política para emissão de poluentes e conservação da biodiversidade mas, o que eu gostaria de ressaltar aqui é sua política severa com fornecedores. A FIAT tem padrões acima do esperado pela lei do país para emissão de poluentes e, antes de comprar seu insumo de um fornecedor, a FIAT realiza, ela mesma, uma auditoria para ver se seu fornecedor está de acordo com seus padrões de sustentabilidade. Ela prefere pagar mais caro por um fornecedor sustentável.



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FONTES DE REFERÊNCIA

  • Gestão ambiental no mercado empresarial (2013) - Angelo de Sá e Rodrigo Berté (Editora Intersaberes)
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Atitudes vencedoras na vida e nos negócios - Palestra magna de Carlos Hilsdorf

     Como já havia dito no primeiro post da série de artigos das palestras que assisti na SEVAR 2015, fui designado pela TOTVS para ir ao evento mas, como minha carga horária é reduzida, tive tempo para assistir a algumas palestras oferecidas. Todas as 4 palestras que assisti foram muito boas, mas essa do Carlos Hilsdorf posso dizer que foi uma oportunidade única.
     Carlos Hilsdorf foi eleito um dos 5 melhores palestrantes do Brasil. Sua página no Facebook possui mais de 1 milhão e 700 mil inscritos e seus vídeos e entrevistas já foram visualizados por milhares de pessoas. Palestrante premiado nacionalmente, internacionalmente e autor de diversos livros, claro que eu já tinha ouvido falar dele, visto alguns de seus posts e trechos de palestras mas é realmente bem diferente de assisti-lo. Vou contar abaixo resumidamente como foi.

    Com uma ótima presença de palco, Carlos Hilsdorf chega com uma pasta. Nem imaginamos que aquela pastinha guarda diversos objetos que farão parte de seu show. Carlos começou falando sobre a importância de comemorarmos cada mínima conquista e disse que não há diferença entre vida pessoal e vida profissional: tudo é vida. Inevitavelmente o que acontece em uma afetará a outra e vice-versa. É importante tentar separar as coisas mas infelizmente é impossível fazer isso totalmente.
      Nessa parte do 'show' (que é a melhor forma de definirmos sua palestra), Hilsdorf já começa a fazer diversas mágicas no palco usando os apetrechos de sua pasta para ilustrar e gravar na mente os conceitos que quer nos passar. Carlos continuou dizendo que muitas vezes damos desculpas nobres para atitudes pobres e temos de tomar cuidado exatamente para não nos sabotar desse modo.
      O palestrante também abordou a questão da liderança. Segundo Carlos, liderar não é um ato de chefia e sim de solidariedade e admiração. O gestor precisa descobrir tudo o que aborrece sua equipe, eliminar e preocupar-se em encantá-la! Mesmo sua palestra durando cerca de 2 horas, o palestrante nunca deixa o tom monótono se instaurar, sempre contando histórias e fazendo piada com diversas situações.
     Carlos Hilsdorf fez um raciocínio que foi o que mais me marcou em toda sua palestra. Ele disse que tudo o que vale a pena na vida é naturalmente difícil, portanto enfrentaremos dificuldades. Mas temos de superá-las porque dificuldades não cuidadas viram problemas, problemas não resolvidos são crises e crises não solucionadas instaura o caos. Isso vale tanto para problemas empresarias como pessoais. Só para citar o exemplo de uma empresa, o processo que a leva à falência sempre começa de algo pequeno que é ignorado.
     Carlos terminou a palestra dizendo que "se eu não escolho o que acontece comigo, eu devo escolher as atitudes do que acontece em minha vida." Devemos nos exercitar em transformar dificuldades em oportunidade e o sucesso nada mais é do que um aprendizado constante. A impressão que se passa é que o próprio palestrante aplica isso por se reinventar o tempo todo, nunca deixando-se cair na zona de conforto.
      Hilsdorf conduz sua palestra de um modo que ficamos inteiramente vidrados, perdendo a noção do tempo passado. Ao terminar sua palestra, ele fica disponível para trocar ideias, conversar e trocar contatos e é sempre muito atencioso. CLIQUE AQUI e acesse o site do palestrante e veja mais conselhos, vídeos e informações de Carlos Hilsdorf. E, se um dia tiver a oportunidade de assistir a uma palestra dele, meu conselho é que vá! Vai valer muito a pena.

Este é o terceiro de uma série de 3 posts sobre as palestras que assisti na SEVAR 2015!
Veja o primeiro post: Transformando informação em ação - Palestra de Fátima Merlin

Veja o segundo post:  Como previnir a perda no varejo - Entrevista exclusiva com João Lapa
Leia o artigo completo ►